
Às vezes o melhor processo criativo é não processar nada. É apenas sentar sob uma árvore e escutar.
Fui para o interior no mês passado sem violão, sem caderno, sem intenção. Voltei com três músicas.
Existe algo que a natureza faz com a gente quando paramos de tentar controlá-la: ela simplesmente preenche os espaços que criamos. E é exatamente aí, nesse espaço de abertura, que as canções nascem.
Não preciso entender o processo. Só preciso aparecer.
